segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Memorial do Imigrante em SP
Ciao per tutti! Há alguns meses eu (Kali Nardino) estive com meu irmão (Jonar Sandro Nardino) no Memorial do Imigrante em SP (http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br).
Esse museu é vinculado ao Departamento de Museus e Arquivos, da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, é uma instituição museológica, criada em 6 de abril de 1998, com o objetivo de reunir, preservar, pesquisar, documentar e divulgar a história da imigração e a memória dos imigrantes que, a partir da década de 1820, vieram para o Estado de São Paulo.
Nesse local, onde hoje funciona o Memorial do Imigrante, era a Hospedaria de Imigrantes, um enorme conjunto de prédios destinado a abrigar os recém–chegados nos seus primeiros dias em São Paulo.
Após a cansativa viagem, os imigrantes ficavam na Hospedaria por até oito dias. Em geral esse prazo era suficiente para que acertassem os seus contratos de trabalho. Nesse período utilizavam gratuitamente todos os serviços disponíveis. Lá eles dormiam, faziam as suas refeições, recebiam atendimento médico, cortavam o cabelo e conseguiam seus empregos.
Ao longo da sua existência, a Hospedaria passou por algumas reformas que desfiguraram seu o aspecto original. A principal delas ocorreu na década de 1930, quando a fachada do edifício principal assumiu feições neoclássicas.
A princípio, as péssimas condições da hospedaria situada no bairro do Bom Retiro e o crescimento do fluxo imigratório, levaram a Assembléia Provincial, em 1885, a votar lei (n. 56, de 21 de março) autorizando o governo a construir um prédio para a alojamento de imigrantes.
Assumindo o governo da então província de São Paulo, Antonio Queiroz Telles, na época Barão de Parnaíba, escolhe um terreno nas imediações das Estradas de Ferro do Norte e da São Paulo Railway. Em julho de 1886, deu-se início à construção da Hospedaria de Imigrantes do Brás.
Além de ser uma viagem no tempo, nesse local há oportunidade para ver fotos da época em que nossos ancestrais chegaram ao Brasil. Falando em nossa família Nardino, eu e meu irmão localizamos apenas 2 homens com sobrenome Nardino que chegaram e foram registrados nessa hospedaria, um deles chamava-se Domenico Nardino, ele chegou no dia 20 de julho de 1898, ou seja, 7 anos após nossos parentes (Giovanni e família) chegarem no Brasil.
Há ainda, nesse mesmo local, outras opções para um passeio turístico bem interessante, há opção para andar de trem, 4o min de passeio pelo centro de SP numa Maria Fumaça que faz uma viagem pelo tempo (literalmente) com funcionários vestidos como no início do século XX e garotos entregando jornais típicos da época. Vale a pena conferir esse passeio e buscar mais informações sobre as diversas famílias que como a nossa, fizeram parte do progresso de nosso país. Obs: para detalhes de como chegar ao local, basta entrar no site do Memorial do Imigrante ou ver o mapa que está no link: http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/mapa.htm
Esse museu é vinculado ao Departamento de Museus e Arquivos, da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, é uma instituição museológica, criada em 6 de abril de 1998, com o objetivo de reunir, preservar, pesquisar, documentar e divulgar a história da imigração e a memória dos imigrantes que, a partir da década de 1820, vieram para o Estado de São Paulo.
Nesse local, onde hoje funciona o Memorial do Imigrante, era a Hospedaria de Imigrantes, um enorme conjunto de prédios destinado a abrigar os recém–chegados nos seus primeiros dias em São Paulo.
Após a cansativa viagem, os imigrantes ficavam na Hospedaria por até oito dias. Em geral esse prazo era suficiente para que acertassem os seus contratos de trabalho. Nesse período utilizavam gratuitamente todos os serviços disponíveis. Lá eles dormiam, faziam as suas refeições, recebiam atendimento médico, cortavam o cabelo e conseguiam seus empregos.
Ao longo da sua existência, a Hospedaria passou por algumas reformas que desfiguraram seu o aspecto original. A principal delas ocorreu na década de 1930, quando a fachada do edifício principal assumiu feições neoclássicas.
A princípio, as péssimas condições da hospedaria situada no bairro do Bom Retiro e o crescimento do fluxo imigratório, levaram a Assembléia Provincial, em 1885, a votar lei (n. 56, de 21 de março) autorizando o governo a construir um prédio para a alojamento de imigrantes.
Assumindo o governo da então província de São Paulo, Antonio Queiroz Telles, na época Barão de Parnaíba, escolhe um terreno nas imediações das Estradas de Ferro do Norte e da São Paulo Railway. Em julho de 1886, deu-se início à construção da Hospedaria de Imigrantes do Brás.
Além de ser uma viagem no tempo, nesse local há oportunidade para ver fotos da época em que nossos ancestrais chegaram ao Brasil. Falando em nossa família Nardino, eu e meu irmão localizamos apenas 2 homens com sobrenome Nardino que chegaram e foram registrados nessa hospedaria, um deles chamava-se Domenico Nardino, ele chegou no dia 20 de julho de 1898, ou seja, 7 anos após nossos parentes (Giovanni e família) chegarem no Brasil.
Há ainda, nesse mesmo local, outras opções para um passeio turístico bem interessante, há opção para andar de trem, 4o min de passeio pelo centro de SP numa Maria Fumaça que faz uma viagem pelo tempo (literalmente) com funcionários vestidos como no início do século XX e garotos entregando jornais típicos da época. Vale a pena conferir esse passeio e buscar mais informações sobre as diversas famílias que como a nossa, fizeram parte do progresso de nosso país. Obs: para detalhes de como chegar ao local, basta entrar no site do Memorial do Imigrante ou ver o mapa que está no link: http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/mapa.htm
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
VIAGEM AO OESTE DE SC (12) FOTO DO BATISTA
Na casa da Santina Nardino Bringhenti, filha do Batista Nardino, pudemos obter essa foto do casal BATISTA E TEREZA. É um tipo de foto retocada mas são muito representativas. Minhas memória registra os dois com essas fisionomias bem caracterizadas. É valido. Podem copiar. Nessas fotos eles teriam por volta de 60 anos.
VIAGEM AO OESTE DE SC (11) - AS QUEDAS
Quando em Abelardo Luz, ciceronedos pela Aurea Batisti Bertoncello e pela sua filha Aline, fomos visitar as Quedas do Rio Chapecó. A natureza foi exuberante e generosa por ali. Ultrapassou minhas expectivas. Muito bonito messssssssmo. Recomendo. Nas fotos a Hilda e nossas guias turísticas e como fundo a natureza. Muito legal.
viagem ao oeste sc (10) - JANTAR EM XANXERÊ
Dos doze filhos de Italo Bertoncello e Angela Nardino, um se chamava José e casou com Elza Betinelli ainda em Marau no Rio Grande do Sul. Tiveram seis filhos, Celso, Marilene, Oneide, Paulo Roberto, Ítalo e José. Posteriormente se mudaram para SC
Aurea Batistti, viuva do Italo reuniu em sua casa em Xanxerê a sogra, Dona Elza, o cunhado Celso, a cunhada Oneide e nos ofereceu um belo jantar que permitiu a todos uma saudável confraternização fraternal. Há nesses momentos agradáveis uma troca de energia muito salutar. Foi uma noite inesquecível.
Na foto acima, da esquerda para a direita, Celso, Oneide, eu e Luana (neta da Aurea); no sofá Dona Elza Betinelli, uma amiga, Aracelli (filha da Áurea e mãe da Luna) e Aurea; no plano inferior Aline a filha caçula da Aurea.
Aurea Batistti, viuva do Italo reuniu em sua casa em Xanxerê a sogra, Dona Elza, o cunhado Celso, a cunhada Oneide e nos ofereceu um belo jantar que permitiu a todos uma saudável confraternização fraternal. Há nesses momentos agradáveis uma troca de energia muito salutar. Foi uma noite inesquecível.
Na foto acima, da esquerda para a direita, Celso, Oneide, eu e Luana (neta da Aurea); no sofá Dona Elza Betinelli, uma amiga, Aracelli (filha da Áurea e mãe da Luna) e Aurea; no plano inferior Aline a filha caçula da Aurea.
VIAGEM AO OESTE DE SC (9)
Fizemos uma visita a Roseli Nardino. Roseli é a sexta na série de onze filhos de Angelo Nardino o filho mais novo do Lino Domenico o caçula dos irmãos que imigraram. Roseli juntamente com ourtra irmã (Terezinha) mora em Santa Catarina. Os outros irmãos e os pais moram em Sinop no Mato Grosso.
Roseli é casada com Valdir Dalla Costa e o casal tem dois filhos Daniel e Gabriel. Daniel é estudante de Medicina Veterinária na UDESC em Xanxerê. A família administra criação de perus em Rodeio Bonito no interior de Xaxim numa bela propriedade. Nas fotos acima a Roseli dando informações sobre a família, o casal ladeando eu e o futuro veterinário. Na foto do centro uma amostra da produção de aves. Cuidado, uma delas pode estar na sua ceia de natal.
VIAGEM AO OESTE SC (8)
Na passagem por Xaxim rumo a Divisas das Águas visitamos o Nelson Nardino. Nelson é filho do Luiz Nardino, e portanto irmão do Tito, o vereador (que também esta na foto acima. É casado com Delise Lunardi e o casal tem dois filhos Vanderlei e Vanderlea e dois netos, um de cada filho. Na foto acima eu seguro o Yuri, filho do Vanderlei e no colo da vovò Delise com três meses de idade o Cauã Vinicius filho da Vanderlea, que na outra foto aparece com maior destaque.
Nelson trabalha na CELER, no campus universitário de Xaxim.
VIAGEM AO OESTE DE SC (7)
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
VIAGEM AO OESTE DE SC (6)
A viagem ao Oeste de Santa Catarina visava visitar minha tia Santina Nardino Bringhenti, em Divisas das Águas, no município de Xavantina. Santina é filha de Batista Nardino e é a única mulher ainda viva da primeira geração de brasileiros dos descendentes de Giovanni Nardino.
Santina nasceu na Linha Feliz em Guaporé onde cresceu e onde casou com Luiz Bringhenti. O casal tentou a vida em Faxinal dos Guedes onde moravam os parentes do Luiz. Não se adaptaram e voltaram para a Linha Feliz. Lá nasceram os seis filhos. Em meados de 1950 mudaram-se para Divisa das Águas, onde já morava um irmão de Luiz. Ali todos fizeram suas vidas e ali estão até hoje. Luiz Bringenti morreu há cerca de 12 anos.
Tivemos oportunidade de encontra a Santina Nardino Bringhenti vendendo saúde nos seus oitenta e tantos anos. Mora sozinha, mas com a observação dos filhos que são seus vizinhos.
Fomos recebidos com carinho pelo Nadir Bringenti o filho mais velho da Santina em sua confortavel residência e ali rolou um churrasco assado pelo Marcelo filho do Nadir. Estavam presentes alem do Nadir, os outros filhos da Santina: Euclides, Moacir e Ivo.
Me acompanharam na visita Nelson e Tito Nardino, filhos do Luiz Nardino, irmão da Santina. Nelson levou junto seu netinho que aparece nas fotos.
Na primeira foto debaixo para cima, eu, Nadir, seus dois filhos, Marcos e Marcelo e Dona Santina; na segunda foto eu abraçando Dona Santina, o Ivo, Euclides, Nelson e neto, Nadir, Marcelo e noiva; na terceira foto na varanda da casa sentados Moacir, Ivo, Nelson e neto, Santina, Nadir e Tito; em pé eu e Marcelo; na quarta foto a turma já cansada mas satisfeita depois de correr atraz do espeto corrido; por fim uma vista aérea da comunidade de Divisa das Águas com destaque para a Capela tendo ao lado direito a casa do Nadir.
terça-feira, 13 de novembro de 2007
VIAGEM AO OESTE DE SC (5)
Um dos meus anfitriões na viagem foi meu primo Tito Nardino, que com sua esposa Zenaide filho Fernando me encheram de gentilezas. Tito é vereador em Cordilheira Alta, município a 8 quilômetros de Chapecó.
Na primeira foto o chimarrão corre solto enquanto Tito despacha com um companheiro do partido.
Na outra foto Tito, esposa Zenaide e filho Fernando. Fernando é estudo Comércio Exterior em Xaxim.
Tito me levou para conhecer a Prefeitura e a Câmara de Vereadores. Tivemos a felicidade de encontrar o Prefeito que foi despachar num sábado. A foto azulada é consequência da cobertura transparente do prédio da Prefeitura, que funciona como um filtro.
Na última foto assumi a vereança na Câmara, mas infelizmente, fui cassado 30 segundos depois. Foi o mandato mais curto da história de Cordilheira Alta.
De qualquer forma ficou indelével as marcas da cortesia e do carinho de todos.
domingo, 11 de novembro de 2007
VIAGEM AO OESTE DE SC (4)
Na visita feita a Irmino Bertoncello, a maior reliquia encontrda foi a foto acima. Nela se vê a direita Domenico Nardino, o Menegheto ao lado de sua esposa Maria Nardini. Os dois emigraram da Italia já casados. Lembramos que Menegheto era o mais velho dos cinco irmãos que emigraram e que eram filhos de Giovanni Nardino e Angela Trevisan.
Uma verdadeira relíquia.
Na foto, segundo Irmino está Domingos Nardino o filho mais (oitavo) de Menegheto com sua esposa Ida Baseggio e filhos.
VIAGEM AO OESTE DE SC (3)
No dia 4 de novembro fizemos uma visita a João Bertoncello em Abelardo Luz. João é o décimo dos doze filhos de Domingos Bertoncello, que era filhos de Angela Nardino e Italo Bertoncello. João tem comércio de móveis na cidade. É casado com Cleusa Maria Girelli. O casal tem quatro filhas e um neto. Uma família muito bonita como se vê na foto
João nos recebeu com grande gentileza e nos forneceu dados sobre a família.
João nos recebeu com grande gentileza e nos forneceu dados sobre a família.
VIAGEM AO OESTE DE SC (2)
Na primeira foto temos uma vista aérea da fazenda do Irmino Bertoncello onde o mesmo tem criação de gado. A propriedade está no Paraná a cem km de Abelardo Luz.
Na outra foto a Áurea Batistti Bertoncello, a Hilda e eu em frente ao Centro de Saúde de Abelardo Luz, que leva o nome de Angela Nardino Bertoncello.
VIAGEM AO OESTE DE SC (1)
No último feriadão tivemos oportunidade fazer um "tour" familiar pelo oeste de SC. Dos diversos escontros , passamos a relatar o ocorrido no domingo, dia 4 de novembro. Ciceroneados pela Áurea Battisti Bertoncello e sua filha Aline de Xanxerê fomos a Aberlardo Luz e visitamos o Irmino Bertoncello e sua esposa Beatriz.
Irmino é o penúltimo dos doze filhos do casal Italo Bertonceelo e Angela Nardino. Nasceu em 1924 e completará 73 anos na véspera do Natal. Como diz ele, é um dia mais novo que Jesus.
Sua mãe Angela Nardino, foi a primeira brasileira da família Nardino. Era filha de Domenico Nardino e Maria Nardini. Nasceu na linha Feliz, mas cresceu e casou em Casca, onde morou até 1955. Com a morte do esposo, Angela mudou-se para Aberlardo Luz, onde já estavam alguns de seus filhos. Morou durnte 25 anos com Irmino e morreu em 25 de março de 1980.
O Centro de Saúde de Abelardo Luz tem o nome de Angela Nardino Bertoncello. O terreno o mesmo foi doado pelo Irmino e as autoridades tiveram por bem prestar a homenagem a Dona Angela
Irmino teve comércio de carnes durtante um bom tempo, com bastante prestígio na sua comunidade. Posteriormente comprou terras no paraná onde cria gado. Permanece lá durante maior parte do tempo mas nos fins de semana pode ser encontrado em sua confortável residência na periferia de Aberlardo Luz, onde curte a natureza com sua Beatriz.
Irmino e sues familiares nos recebera com carinho e com fidalguia com um gostoso churrasco assado pelo seu filho Jair. Foram momentos agradáveis de convivência e na qual pudemos obter mais informações sobre a família, mas principalmente ter acesso a fotos que são verdadeiras relíquias, como a de Domenico Nardino sua esposa Maria Nardini.
Foi um achado que passaremos a todos logo, logo.
Desse agradável encontro fica nosso melhor agradecimento ao Irminio a Beatriz, a Célia filha do Irmino, ao Ricardo filho da Célia, ao Jair e sua esposa Jeisha. Todos excederam em carinho e atenção.
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